Quebrantar-se
"Suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato."

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27/05/2012 @ 8:16
com 8,944 notes

Somos inocentes em pensar, que sentimentos são coisas passíveis de serem controladas. Eles simplesmente vêm e vão, não batem na porta, não pedem licença. Invadem, machucam, alegram. — Caio Fernando Abreu (via d-o-u-l-e-u-r)

27/05/2012 @ 8:15 com 4,929 notes

22/05/2012 @ 13:32
com 2,703 notes

Em frente ou enfrente. Você me entende? — Caio Fernando Abreu (via adocicado)

11/05/2012 @ 3:57 com 1,150 notes

5/05/2012 @ 13:58
com 35 notes

Sou uma otimista de carteirinha. Pode colocar aí no meu CPF: Caminho Para Felicidade. Eu sei que alguns vão torcer o nariz, outros não vão acreditar, mas eu ando em busca daquilo que acrescenta. As deficiências de todo o dia já são suficientes, não preciso dar minha dose de colaboração. Se for pra contribuir, que seja então para tirar o peso dos passos e dar leveza ao olhar. A inquietação faz parte, mas é a confiança que impulsiona. — Fernanda Gaona. (via momentos-so-meus)

5/05/2012 @ 13:57 com 441 notes

5/05/2012 @ 13:57 com 166 notes

5/05/2012 @ 13:53
com 33 notes

Quem inventou essa frase estava totalmente equivocado, porque ser feliz custa sim! Custa muito dos seus esforços, custa parte dos seus sorrisos, custa um pouco de disposição e custa tudo que você ainda tem guardado de ilusão. Eu sei que parece clichê, mas se engana quem pensa que a felicidade cai no colo ou vem embrulhada e com laço de enfeite. Ser feliz custa caro e só acontece pra quem não mede esforços. Para aqueles que sabem que reclamar é mais prático, mas escolhem agradecer porque é mais gratificante. — Fernanda Gaona. (via momentos-so-meus)

5/05/2012 @ 13:41 com 0 notes

30/04/2012 @ 2:20
com 206 notes

Tenho uma particularidade instigante: preciso da solidão. Gosto de pessoas, preciso delas, não sei viver sozinha. Mas sou mimada, preciso quando eu quero. Sou egoísta, gosto de ver televisão sozinha, sem ninguém falando junto. Sou chata, não gosto de dividir banheiro com ninguém. Sou espaçosa, bagunço as minhas coisas. Preciso da solidão pra ler, pra olhar para o teto, pra tirar ponta dupla do cabelo, pra fazer as unhas, pra pensar em tudo, pra fazer nada. Preciso da solidão pra ser eu mesma. Pra fazer alongamento, rir de mim, chorar comigo. Não entendo como tem gente que não abre a janela em dias nublados. Eu adoro janelas abertas, esteja um dia lindo de sol ou um carregamento de nuvens cinzas. Tenho que sentir o ar que vem lá de fora, seja ele qual for. Com seu gosto, cheiro, textura. Falo algumas coisas esquisitas como essa, por exemplo, ar com textura. Conheço cores que ninguém conhece, vejo alguns filmes que grande parte da população acha tosco. Não gosto de deixar as coisas pela metade, mas já deixei… — Clarissa Corrêa (via b-o-r-b-o-l-e-t-a-r-i-o)

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